No dia 31 de março de 1869, Allan Kardec, o grande codificador do Espiritismo, desencarnou em Paris, vítima da ruptura de um aneurisma.
Aos 65 anos, ele deixou um legado imortal que continua a iluminar milhões de corações em busca da verdade espiritual.
Seu funeral foi marcado por discursos emocionantes. Camille Flammarion, renomado astrônomo e espírita, exaltou sua grandiosa missão:
“Senhoras e senhores, Allan Kardec não está morto! Ele iluminará as gerações futuras e permanecerá vivo pelo espírito de sua doutrina.”
Em sua lápide, no Cemitério Père-Lachaise, está gravada uma frase que sintetiza a essência do Espiritismo:
“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei.”
Esse epitáfio reflete a crença fundamental na reencarnação e no progresso contínuo do espírito. Seu trabalho não se encerrou com sua partida; ao contrário, continua a inspirar e transformar vidas ao redor do mundo.
A obra de Allan Kardec permanece viva, lembrando-nos de que a morte não é o fim, mas apenas uma passagem para novas experiências e aprendizados.